Publicações


reforma tributaria

Planejamento tributário pós-reforma: por que devemos nos preocupar?

Já pensou como seu negócio pode ser tributado após a aprovação da Reforma Tributária? Calma, ainda não há razão para pânico, contudo alguns empresários mais diligentes já começaram a procurar Escritórios especializados em Planejamento Tributário, a fim de atualizar projeções e planejamentos estratégicos, de acordo com as propostas em andamento no Congresso Nacional.

A PEC 45, já tratada aqui em postagens anteriores, tem como objetivo simplificar e racionalizar o sistema tributário brasileiro, por meio da instituição de um novo tributo: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

O Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) convergirá as bases do PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS, tendo, ao que tudo indica, alíquota uniforme para todos os bens, tangíveis e intangíveis, serviços e direitos.

E, se você é prestador de serviços, é nesse ponto da Reforma Tributária que deve residir sua preocupação. Isso porque, há uma tendência de incremento na tributação dos serviços de até 211% em alguns casos, tendo em vista que esses negócios, antes tributados pelo ISS (alíquota máxima de 5%), passariam a pagar uma alíquota de 25% de IBS.

Assim, mesmo com o período de transição (estimado em 10 anos), a Reforma Tributária como está colocada no Congresso Nacional poderá aumentar, por exemplo, o custo de mensalidades escolares e procedimentos em clínicas de saúde.

Por essa razão, ainda que a Reforma Tributária esteja em andamento no Congresso Nacional, podendo, inclusive, sofrer uma séria de emendas e alterações até sua efetiva sanção, é importante para o empresário saber quais serão as possíveis consequências da mudança em seu negócio, a fim de alterarem projeções, investimentos e outros planos.

Voltar

Cadastre-se em nossa newsletter para receber novas publicações em primeira mão